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DJ Schild experimenta Ableton Live

O produtor musical de electro/techno Schild, velho conhecido do público do Rio, junta-se à turma de DJs que adotou a ferramenta Ableton Live e divulga na Internet a estréia com o recurso, gravada na noite Cio, do clube D-Edge, no dia 25 de abril. Como ele mesmo declara: 'Após 10 anos tocando com meus amados disquinhos, resolvi deixar as pick-ups um pouco de lado e experimentar seguir um caminho novo, misturando todos esses anos de experiência como DJ com meu trabalho de produtor e criando um set que é justamente a mistura dessas duas coisas: faixas já conhecidas dos meus sets atuais, misturadas com clássicos, novidades recém-lançadas e elementos criados por mim para interferir no som. Usando um notebook e um controlador bacaninha, posso criar mixes impossíveis de se fazer com o formato tradicional de 2 pick-ups. Estou muito animado com esse novo projeto, e a resposta do público foi a prova de que esse formato tem tudo pra dar muito certo.'

O resultado é de extremo bom gosto, como é possível conferir no set com 2 horas e 20 minutos de duração disponibilizado no link a seguir: http://www.djschild.com/mp3/Schild_Live_D-Edge_25_ABR_2007.mp3

Schild também tem recebido muitos elogios no projeto "Back 2 Jaca", em que realiza um 'back to back' (revezamento nas pick-ups) com outros dois DJs cariocas, Kammy e Maurício Lopes, no clube Fosfobox de Copacabana. E coloca na internet um pouco do que rolou na última edição, dia 30 de abril. Confira: http://www.djschild.com/mp3/Schild_Live_Back_2_Jaca_30_ABR_2007.mp3



Escrito por Beatrix Kiddo às 17h48
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Vídeos do Skol Beats 2007

Já tem uns videozinhos rolando na net, confere aí:



Escrito por Beatrix Kiddo às 18h04
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Conexão França salva Skol Beats

Não, não estou me referindo ao set do francês David Guetta, que 'bombou' sua dance music comercial no primeiro dia do festival. O primeiro dia, aliás, foi completamente dispensável. A aguardada e 'moderninha' atração MSTRKRTF deu 'no-show', assim como o irlandês Donnacha Costello. E o frio da sexta à noite parece que deixou a animação das 10 mil pessoas que foram em casa. Espero, inclusive, que não repitam o erro de dividir o evento dessa forma. Além de dissipar as atrações, não é qualquer um que enfrenta na boa uma maratona quando o assunto é diversão.

Quem salvou mesmo o festival foram os bons e velhos Laurent Garnier e Miss Kittin. Ele não precisava tocar 'Jaguar', nem 'You Make Me Feel'. Nem ela cantar 'I Feel Love' e uma inesperada versão de 'Suspicious Minds'. Ela, inclusive, não precisava levar tão na esportiva o fato do equipamento ter dado 'uns paus' logo no início da apresentação. Não se fez de rogada, fingiu que ia tacar o CDJ no chão, voltou para o início da música e cantou tudo de novo: 'I beat that bitch with a hit'.., tudo com um sorriso e simpatia que não conhecia. Os dois me deram motivo para sorrir e fazer o que mais gosto nesse tipo de evento: dançar. E mostraram exatamente porque são presença constante em festivais do porte do Sónar, em Barcelona. Sabem dosar (e mixar) bem velhos hits, com um electro-rock ou minimal 'novo', sem medo de tocar composições próprias. Merci Beaucoup! (meus ouvidos agradecem)

De resto, o público menor (segundo a organização, foram 39 mil, nos dois dias - dando um desconto, eu diria que chegou a 30 mil pessoas) colaborou para um evento mais 'civilizado', sem empurra-empurra. O 'novo' espaço foi bem planejado, e nem rolou 'funil' na passagem do palco ao ar livre para as tendas. A praça de alimentação estava bem variada- tinha até 'kebab', para deleite dos saudosos de Berlim. Não vi a tal 'área verde' prometida - aliás, o espaço me pareceu exatamente o mesmo que foi usado para as tendas no ano passado - truque? Compensaram na decoração tropical, com espreguiçadeiras de madeira, barraquinhas de picolé e 'oásis' de descanso com areia e palmeiras plantadas no chão de brita. Não é um 'autódromo', mas ficou charmoso. Confira nas imagens da cobertura do BOL: http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/skolbeats/2007/



Escrito por Beatrix Kiddo às 18h31
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Insônia? Tem 'after party' para todo gosto em SP

Domingo, 9 da manhã. Se você foi ao 'ex-maior festival de música eletrônica' do país, saiba que ele acaba nessa hora. Se não foi, que tal 'acordar' numa balada? O que não falta é opção de festas para quem sempre quer mais. Confira a lista a seguir (para informações de endereço, preços e horários, clique nos nomes dos clubes):

PACHA: a filial paulistana do clube importa a festa de Ibiza 'We love Sundays', com extenso line-up liderado pelo dj de progressive house Steve Lawler, lá pelas cinco da tarde, para dar tempo dele tocar em Buenos Aires sábado à noite e chegar em SP.

CLASH: os núcleos Rebordose e Quebrada se juntam à Circuito para um domingo de techno no novo clube, que fica na Barra Funda, não muito longe do local onde acontece o Skol. A partir das 8 da manhã, se revezam nas picapes: Denis Hadler, Clickbox, Miguel, Renato Cohen, Murphy, Camilo Rocha, França, Snoop e Pareto, entre outros.

VEGAS: o revival do after Hell´s Club, que acontece todo domingo no clube, traz atrações como os DJs Pil Marques, Grace Kelly Dum, Acácio Moura e Focka.

D-EDGE: a casa noturna que também fica próxima à área do Skol Beats oferece electro no after Paradise, com os residentes Oscar Bueno e George Actv, e pode guardar surpresas para quem arrisca ir lá. Ano passado, por exemplo, Sven Vath tocou por quase oito horas, depois de ter se apresentado no festival.

A LÔCA: um dos clubes 'underground' mais antigos da cidade, que ainda guarda seu charme, A Lôca traz uma noite de techneira com Mara Bruiser, Alemão, Snoop, Ednei e França que promete se estender até o meio-dia. E ainda tem a matinê de rock Grind, que começa lá pelas 8 da noite, para os resistentes da maratona.



Escrito por Beatrix Kiddo às 18h26
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Virada Cultural é alternativa ao Skol Beats

 

Se você está com pouca grana ou as atrações do Skol Beats não lhe despertaram tanto interesse, uma boa alternativa são as pistas de música eletrônica abertas ao público da Virada Cultural, que acontece de sábado para domingo, no próximo final de semana, em São Paulo. Como o evento francês em que se inspira ('Nuit blanche'), a Virada Cultural terá 24 horas ininterruptas de shows, espetáculos, artes visuais e sessões de cinema, quase todos gratuitos, em unidades do Sesc, museus e palcos espalhados pela cidade. É claro que ainda falta muito para o evento paulista levar para as ruas a multidão que lota a cidade de Paris, mas é animador saber que, no meio de tanta violência, o de São Paulo não registrou nenhuma ocorrência policial em suas duas primeiras edições. A programação eletrônica da Virada, concentrada em dois palcos na rua XV de Novembro, inclui tanto excluídos do Skol Beats, como os djs de psy-trance e os cariocas Felipe Venâncio e Kammy, quanto os djs Mau Mau e Andy, que discotecam no festival antes de animarem as massas. Parece muito bom! Confira o line-up das pistas: 

CALÇADÕES -XV DE NOVEMBRO
PISTA 1

18h- dj Carlos d Justo
20h- dj Dabolina
22h- dj George Actv 
00h- dj Maxwell
2h- dj Kammy
4h- dj Ramilson Maia
6h- dj Snoop
8h- dj Camilo Rocha
10h- dj Mara Bruiser
12h- dj Mau Mau
14h -dj Felipe Venâncio
16h- dj Andy

PISTA 2
18h- Barizon
20h- Tati Sanches
22h- Corejoy  LIVE
23h- Jokke Ilsoe (DINAMARCA)
1h- Shamanix
2h30- Demonizz
3h30- Duophonix
4h30- Fabio Leal
6h30- People
8h- Teen Sluts  LIVE  (MÉXICO)
9h- Rodrigo Leal
11h- Broken Toy  LIVE  (ÁFRICA DO SUL)
12h- Vidigal
14h- Visual Paradoxx  LIVE (ISRAEL)
15h- Skulptor  LIVE
16h- Gui Milani
18h- Propulse  LIVE
19h- True to Nature  LIVE   (DINAMARCA)



Escrito por Beatrix Kiddo às 17h23
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